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sábado, 2 de junho de 2012

Transformando um ‘lago explosivo’ em fonte de energia



Mais de mil pessoas morreram em 1986, quando um lago em Camarões liberou uma nuvem de CO2 que sufocou vilarejos inteiros. Um lago muito maior, em Ruanda, com dois milhões de pessoas vivendo perto, também está em risco de erupção.
No começo da manhã, no lago Kivu, entre a fronteira de Ruanda com a República Democrática do Congo, luzes aparecem na superfície. São lanternas de pescadores para atrair arenques (peixes) até seus botes de madeira.

Célula solar que emite luz eleva limite teórico de eficiência


Esta é uma célula solar de arseneto de gálio, considerada de altíssimo rendimento, 
geralmente utilizada em satélites artificiais e sondas espaciais.
[Imagem: Joe Foster/Alta Devices]

Célula solar tipo LED

Tudo o que os pesquisadores de células solares mais querem é descobrir formas de absorver a maior parte possível da luz do Sol.
Quanto mais fótons forem absorvidos, maior será a eletricidade gerada.
Logo, não parece fazer muito sentido querer uma célula solar que também seja capaz de emitir luz, uma vez que isso significaria perda de eficiência, certo?
Contrariamente a tudo o que se poderia esperar, a equipe do Dr. Eli Yablonovitch, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, demonstrou que faz sim, muito sentido, construir uma célula solar de dupla personalidade.

domingo, 20 de maio de 2012

Energia Viral - A eletricidade gerada por vírus

O protótipo do biogerador de vírus está sob o dedo do pesquisador. Pressionado, o dispositivo
gera energia suficiente para alimentar o painel LCD, que mostra o número 1.
[Imagem: LBL]

Biogerador

Não fazer mal à saúde já é uma grande coisa quando se trata de vírus.
Mas um vírus comedor de bactérias, chamado bacteriófago M13, pode virar o jogo, e se transformar em uma nova opção no emergente campo da "colheita de energia", que busca dispositivos capazes de gerar potências suficientes para alimentar aparelhos eletrônicos portáteis.
A técnica mais usada nesses pequenos nanogeradores de energia emprega materiais piezoelétricos, que geram energia quando são submetidos a uma tensão mecânica - quando são apertados ou dobrados.
Seung-Wuk Lee e seus colegas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, queriam uma opção mais biológica e mais "verde" do que as ligas piezoelétricas tradicionais.
Eles se voltaram então para um material biológico que possui a propriedade da piezoeletricidade: vírus geneticamente modificados.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Brasil dá o primeiro passo em redes elétricas inteligentes

Com informações da Agência Brasil e CGEE
É bom deixar claro que ainda há controvérsias sobre o impacto das redes inteligentes
 de eletricidade sobre as camadas mais pobres da população.
 [Imagem: UCLA Smart Grid Energy Research Center]
Desperdício de energia

Quinze de cada 100 quilowatts da energia elétrica produzida no Brasil se perdem entre a geração e o consumo. De acordo com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a proporção é mais do que o dobro da registrada em outros países, que chega aos até 7%. O desperdício sozinho fica acima da oferta interna de energia de origem térmica, com base em carvão, gás, petróleo e energia nuclear, que somam 14,4%, segundo o Balanço Energético Nacional. A perda de energia levou o CGEE a fazer um amplo estudo sobre o uso de redes inteligentes (ou smart grids, como são mais conhecidas em inglês) para gerenciamento da geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. A tecnologia pode informar em tempo real, por exemplo, a ocorrência de pane e a eventual suspensão do fornecimento. "Quando cai a energia, qualquer que seja o motivo, você liga para a concessionária. Pelo smart grid, isso passa a ser automático, não precisa ligar", explica Ceres Cavalcanti, pesquisadora do CGEE.
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